sábado, 7 de agosto de 2010

ENC: Vagas RJ -> COORDENADOR DE ENGENHARIA E MANUTENÇÃO

Empresa de grande porte líder em sua área de atuação, seleciona:
   
COORDENADOR DE ENGENHARIA E MANUTENÇÃO
 
Formação desejável: Graduação em Engenharia

Resumo
das atividades:

Coordenar as equipes de Manutenção Predial, efetiva e terceirizada, com o objetivo de assegurar o funcionamento ininterrupto, com foco em elétrica e refrigeração, em todas as instalações da empresa, implantação de processos para redução de custos, otimização dos processos internos, apoio nas obras  de reformas.


Competências Tecnicas: 
Conhecimento Geral sobre as diversas áreas de Manutenção;

Sistemas utilizados na Manutenção(elétricas, refrigeração, dado e voz,etc)

Elaboração e análise de orçamentos

Controles internos;

Medição do nível de atendimento ás solicitações/ controle da qualidade do serviço;

Elaboração e controle de Planos de Manutenção Preventiva
 
OBS: Os candidatos que identificarem que estão dentro do perfil, deverão encaminhar o currículo no corpo do e-mail para vagasrj_rh@yahoo.com.br e no assunto COORDENADOR DE ENGENHARIA E MANUTENÇÃO. Colocar a pretensão salarial no currículo

ENC: Vagas RJ -> RJ - Engenheiro Elétrico

 

Empresa de Engenharia e Serviços, seleciona:

 

Engenheiro Elétrico

 

Buscamos profissionais com experiência mínima de 05 anos na função preferencialmente em empresas de manutenção. Sólidos conhecimentos em manutenção de subestações, banco de capacitores, transformadores, grupos geradores, no breaks,projetos de instalação, ramais distribuidores de média tensão, disjuntores com isolamento a óleo. Completa o perfil da vaga graduação completa em Engenharia Elétrica, desejável especialização em Segurança do Trabalho e ter mobilidade geografica.

 

Estamos trabalhando com a faixa salarial de R$ 4.590,00, os interessados enviar currículo para confidencialtd@yahoo.com.br colocando no assunto a vaga em questão.

 

Agradecemos o interesse.

 

ENC: Profibus-PA: byte de status e Fail-Safe

Profibus-PA: byte de status e Fail-Safe

 

 

 

Introdução

Uma característica muito útil disponibilizada pelo protocolo Profibus PA é o byte de status na estrututa float+status.

A grande vantagem desta característica é permitir que se tenha além do valor de uma medição, uma informação que possa qualificar este valor e que ajude na condição de falha segurança (Fail-Safe). Veremos a seguir alguns detalhes sobre esta funcionalidade.

 Entendo o byte de status (estado)

O status da entrada e dos parâmetros de saídas tem a finalidade de informar a outros blocos funcionais o estado atual.

O campo de status é composto de três partes: Qualidade, Sub-estados e Limites.

Quality - indica a qualidade do valor do parâmetro.

  • Good Cascade- A qualidade do valor é boa e pode ser utilizado para controle em cascata.
  • Good Non-cascade- A qualidade do valor é boa e não pode ser utilizado para controle em cascata.
  • Uncertain-A qualidade do valor está abaixo do normal, mas o valor ainda pode ser útil.
  • Bad-O valor não é útil.

Sub-status - O sub-status é um complemento do estado da qualidade e leva a informação para inicializar ou parar um controle em cascata, alarmes e outros. Há diferentes configurações do sub-status para cada qualidade.

Limits - Fornece informação se o valor associado está limitado ou não, bem como a direção. Os limites são classificados como: Not Limited, High Limited, Low Limited, Constant.

Quando um parâmetro de entrada é "conectado" num parâmetro de saída pela troca de dados cíclicos, a estrutura toda (estado e valor) é recebida via comunicação fieldbus. Se a entrada não é "conectada", então os estados e os valores podem ser configurados manualmente pelo usuário.

O estado tem a seguinte composição: Quality, sub-status e limits:


Figura 1 - Curva de Calibração de um Transmissor de Pressão

 

Os componentes do estado são definidos como se segue:

Quality- A qualidade usada será determinada pela condição de mais alta prioridade:

  • 0 = Ruim
  • 1 = Incerto
  • 2 = Bom (Não-cascata)
  • 3 = Bom (Cascata)

Sub-status- Os valores do sub-status no status attribute são definidos conforme tabela 1.

Limit - As seguintes condições de limites sempre estarão disponíveis no estado.

  • 0 = Não limitada
  • 1 = Limite Baixo
  • 2 = Limite Alto
  • 3 = Constante

Exemplos:

  • 0xC1 (em hexadecimal) é o estado "Good-Cascade Non Specific and Low Limited"
  • 0xCF(em hexadecimal) é o estado "Good-Cascade Not invited and Constant"
  • 0x4E(em hexadecimal) é o estado " Uncertain Initial Value and High Limited"

 

Exemplo: conversão de número para enumerações

Há muitas formas para converter o número enumerado à string de estado. Abaixo, são mostradas duas formas:

1) Expressando o número em binário.

Estado do valor hexadecimal = 78 = 0x4E = 01001110 (em binário)

Dividindo este número binário em campos Quality, Sub-Status e Limit:

  • Quality = 01 = 1 = "Uncertain"
  • Sub-estado = 0011 = 3 = "Valor Inicial"
  • Limit = 10 = 2 = "Limitado em Alto"

 

O estado correspondente é "uncertain - initial value - high limited."

2) Usando o valor do estado em formato decimal.

Decimal Value Status = 78

Dividido o número por 64. O quociente será o Quality e armazenado o resto :

  • Quality = 78 / 64 = 1
  • Resto = 14

 

Dividido o resto por 4. O quociente será o Sub-Status e o resto será o limite:

  • SubStatus = 14 / 4 = 3
  • Limit = 2


Tabela 1 - Condições de status

 Manipulação em Fail Safe (Falha de Segura)

O Fail Safe é um estado especial, que permite o bloco de função atuar quando for detectado uma situação anormal.

Uma situação anormal ocorre quando houver uma entrada não usual, por exemplo sensor com defeito ou perda de comunicação entre os blocos de função por um período maior que o especificado (FSAFE_TIME).

Quando a condição que ativou o estado de falha (Fault State) for normalizada, o Fault State é zerado e o bloco volta à operação normal.

Condições que ativam o Fail Safe


Quando os Blocos de Função de entrada ou saída detectam uma condição anormal, o bloco entra em modo FAIL_SAFE. Estas situações anormais são detectadas através de diferentes formas.

Os blocos de função de entrada, por exemplo, AI e TOT são conectados com um bloco transdutor via canal. Quando a saída do transdutor tem um estado ruim, (por exemplo, sensor avariado) a condição de FAIL_SAFE do bloco é ativada.

Os blocos de função de saída, por exemplo: bloco AO recebe os valores de entrada de um dos blocos superiores através da "conexão cíclica." Estes blocos superiores são blocos de função de controle e, geralmente, vêm de equipamentos de controle. Neste caso, o fail safe é ativado quando uma das seguintes condições é alcançada:

  • Perda de comunicação de RCAS_IN por um tempo que excede FSAFE_TIME;
  • Perda de comunicação de SP durante um tempo que excede FSAFE_TIME;
  • O estado IFS na entrada RCAS_IN quando o modo designado é RCas;
  • O estado IFS no SP quando o modo designado é Auto.

 

Ações de Fail Safe (Falha de Segura)


           
As ações que um bloco de entrada ou de saída podem tomar, quando o bloco está em Fail Safe, devem ser selecionadas pelo usuário através do parâmetro FSAFE_TYPE nos blocos AI e AO ou usando o parâmetro de FAIL_TOT no bloco TOT.

No parâmetro FSAFE_TYPE as seguintes opções estão disponíveis:

  • Use FSAFE_VALUE - Neste caso, os blocos AI e AO usam o valor seguro fornecido pelo parâmetro FSAFE_VALUE para o cálculo quando o Fail Safe está ativo. O estado da saída vai para "Uncertain, substitute value"
  • Use Last Usable Value - Neste caso, os blocos AI e AO usam o último valor utilizável para o cálculo do algoritmo. O estado será "Uncertain Last Usable Level". Se ainda não houver um valor satisfatório, use o Valor Inicial na saída. O estado será "Uncertain Initial Value".
  • "Use the wrong value" (apenas para o bloco AI) - o AI usa os valores e estados
    errados para o cálculo.
  • Use o ACTUATOR_ACTION (apenas para bloco AO) - O bloco AO entra em posição de segurança baseado em um parâmetro discreto ACTUATOR_ACTION no bloco transdutor.
              

No parâmetro FAIL_TOT (só usado no bloco totalizador) as seguintes opções estão disponíveis:

  • Hold - Para a totalização no último valor. O estado da saída vai para "Uncertain non-specific".
  • Memory - Usa o último valor válido para a totalização. O estado será de "Uncertain Last Usable Value". Se não houver um estado válido na memória use o valor inicial para a totalização. O estado será "Uncertain, Initial Value"
  • Run - A totalização é continuada (Reiniciada). Usa o valor e estado incorreto para a saída.

 

Conclusão

Vimos através deste artigo a importância do argumento status no Profibus-PA e suas particularidades.

 

Referências:

1.       Manuais SMAR Profibus

2.       www.smar.com.br

3.       Materiais de Treinamento Profibus - César Cassiolato

Siga-nos:

 

 

© Copyright 2010 | SMAR Equipamentos Industriais Ltda - todos os direitos reservados - websupport@SMAR.com

 

 

 

 

 

ENC: PROFIBUS: Tempo de Barramento

 

PROFIBUS: Tempo de Barramento

 



César Cassiolato

Diretor de Marketing, Qualidade , Assistência Técnica e Instalações Industriais
cesarcass@smar.com.br

Introdução

O PROFIBUS é um protocolo baseado na passagem de token e garante transmissões em tempo real rápidas, onde seu princípio de funcionamento garante sempre um tempo mínimo de token em cada estação.Uma tendência dos sistemas distribuídos de controle de processos é a interconexão entre seus elementos de rede via rede multipontos(broadcast) ao invés do tradicional ponto-a-ponto, onde o critério dos tempos envolvidos são fundamentais.

Um grande maioria das pessoas envolvidas com automação sempre quer saber o quanto rápido é um protocolo.Assim como em outros fieldbuses, as ferramentas de configuração do PROFIBUS permitem que o usuário tenha acesso aos tempos envolvidos, tais como, tempo de ciclo (Bus Scan Cycle Time), tempo de rotação de token (Token Rotation Time), etc, e também permitem algumas vezes que se configure manualmente os tempos de acordo com o usuário, embora estas ferramentas em sua grande maioria, calculam automaticamente os tempos envolvidos de acordo com os elementos da rede PROFIBUS.

As redes industriais de comunicação fieldbus são especialmente projetadas para interconexões entre os controladores, sensores e atuadores, localizados nas camadas de mais baixo nível (chão de fábrica).Quanto maior o nível em termos de fluxo de mensagens, maior é o  tempo de resposta exigido, maior é a quantidade de informação a ser transferida, maior deve ser a confiabilidade e as taxas de transferência(baud rates). Entenda como tempos exigidos, o tempo necessário entre uma requisição de informação e sua transmissão no barramento.Na verdade, muitos fatores estão envolvidos e devem ser considerados nos tempos de mensagens, tais como, o acesso e tempos de filas(mecanismo de MAC - Médium Access Control), tempo de transmissão e o tempo de processamento do protocolo.

 

Entendendo o mecanismo MAC

O mecanismo de MAC no PROFIBUS é baseado no procedimento de passagem de token usado pelas estações mestres para garantir o acesso de cada estação ao barramento e também no procedimento mestre-escravo.


Figura 1 - Comunicação Multi-Mestre

 

Os mecanismos de MAC (Controle de acesso do barramento) são implementados na camada 2 do modelo OSI e que no PROFIBUS é chamado de Fieldbus Data Link (FDL). O FDL além de ser responsável pelo controle de acesso ao barramento e pelo tempo de ciclo do token é responsável também pelos serviços de transmissões de dados à camada de aplicação.

O PROFIBUS utiliza diferentes  subconjuntos dos serviços do nível 2 em cada um de seus perfis (DP, FMS, PA). Veja a tabela 1.

SERVIÇO

FUNÇÃO

DP

FMS

PA

SDA

Send Data with Acknowledge
 (Envia dados com confirmação)

não

sim

não

SRD

Send and Request Data with reply
(Envia e recebe dados com resposta)

sim

sim

sim

SDN

Send Data with No acknowledge
 (Envia dados sem confirmação)

sim

sim

sim

CSRD

Cyclic Send and Request Data with reply
(Envia e recebe dados ciclicamente com resposta)

não

sim

não

Tabela 1 -  Serviços do PROFIBUS (nível 2)

 

Todas as relações de comunicação são baseadas entre a estação que detém o token e a estação escrava. Uma importante característica destes serviços é que sempre a um pedido, existe uma reposta imediata ou um reconhecimento(acknowledgement).Em sistemas real-time esta característica é fundamental.

Além destes serviços, aplicações industriais sempre requerem serviços cíclicos, onde um procedimento central de polling é utilizado para fazer o scan dos equipamentos de campo. No PROFIBUS, existe uma lista de polling na camada FDL baseada em serviços to tipo SRD e CSRD.

Um conceito importante no PROFIBUS é o ciclo de mensagem que corresponde ao tempo de frame de pedido ou envio de pedido pelo mestre e a resposta ou reconhecimento pelo escravo e também o número de retries(antes de um report de erro de comunicação).Os dados de usuário podem ser transmitido no frame de pedido ou de resposta. Todas as estações, com exceção da que detém o token, deverá monitorar todos os pedidos e o reconhecimento ou a resposta deverá chegar com um tempo pré-definido, o chamado slot time, caso contrário, a estação que requisitou o pedido deverá repetir o pedido.Note que durante o setup da rede, o número máximo de retries deverá ser definido em todas as estações mestres.

Como vimos,  uma das principais funções do MAC é o controle do tempo de ciclo do token, TTR.Após receber o token, a medição do tempo de rotação do token começa e só vai terminar assim que um novo token chegar, resultando no chamado tempo de rotação de token real (TRR). Um tempo comum de TRR deve ser definido na rede PROFIBUS para todos os mestres. Quando uma estação recebe o token, é analisado se o tempo de manutenção do token(TTH) , que é dado pela diferença ente o TTR e TRR,  é positivo. Se o TRR  for maior que TTR, a diferença será negativa e o mestre deverá executar um ciclo de alta prioridade. Se a diferença for positiva, então o mestre poderá executar a função de alta prioridade durante o tempo em que   TTH > 0. Tarefas de baixas prioridades são executadas se não houver tarefas de alta prioridade pendentes.As seguintes tarefas são consideradas de baixa prioridade: lista de polling, serviços de aplicação, serviços de gerenciamento remotos e ciclos de mensagens que suportam mudanças dinâmicas no anel lógico (de passagem de token) quando se tem dois mestres com endereços consecutivos.
Existirá sempre duas filas de mensagens, uma de alta prioridade e outra de baixa prioridade.

 

 

Algumas dicas de configuração dos tempos envolvidos no PROFIBUS

Os parâmetros de barramento do PROFIBUS são comumente dados em "bit times (TBIT)". Esta é a unidade que é mostrada tipicamente nos arquivos GSD e nas ferramentas de configuração, etc.

O Target Token Rotation Time(TTR)é dado em bit times e normalmente é calculado pelas ferramentas de configuração.É o tempo para se passar o token por toda a rede e retorna ao seu mestre inicial. Quando se tem múltiplos mestres, isto inclui o tempo total para cada mestre completar seu ciclo de I/O, passar o token ao próximo mestre e o token retornar ao mestre inicial.Alguns fatores influenciam diretamente o TTR : o baud rate, o número de escravos com troca de dados cíclicos, o número total de I/Os durante a troca de dados, o número de mestres.

Um parâmetro diretamente influenciado pelo TTR é o watchdog time. Este é o tempo descarregado na configuração de cada escravo e que  será usado pelo escravo para detectar falhas de comunicação.A cada falha detectada com a expiração do time, o escravo vai ao estado de reset e com isto nenhuma troca de dados cíclica é permitida e deverá ser inicializado pelo mestre.Este procedimento levará pelo menos 4 ciclos de barramento. É comum, porém não recomendado, se ver na prática usuários reduzindo o tempo de  TTR  e com isto se tem watchdog time muito pequeno, o que faz com que no final do tempo de barramento sempre se tem a expiração do time do escravo e sempre o escravo levará 4 ciclos para trocar dados novamente e a performance da rede fica comprometida.

Parametrização do barramento
Figura 2 - Parametrização do barramento

Se um escravo detecta um erro de transmissão ao receber um pedido do mestre, ele simplesmente não responde e depois de esperar um slot time, o mestre enviará novamente o pedido(retry).Da mesma forma se o mestre detectar uma falha na resposta do escravo, também enviará novamente o pedido.O número de vezes que o mestre tentará sucesso na comunicação com o escravo dependerá da taxa de comunicação, sendo:

  • 9.6kbits/s a 1.5Mbits/s à 1
  • 3.0 Mbits/s à 2
  • 6.0 Mbits/s à 3
  • 12.0 Mbits/s à 4

Após esgotar todos os retries, o mestre marca o escravo, indicando um problema e faz o log out com dele.Nos ciclos subseqüentes, se o mestre consegue sucesso, ele realiza a seqüência do startup novamente(4 ciclos para trocar dados novamente).

É comum por exemplo em redes onde não se tem uma comunicação integra devido ao nível de ruído ou devido a uma má condição de shield e de aterramento que se aumente o número de retries até que se corrija o problema.Outra situação em que se procura aumentar este número é quando se tem mais de 9 repetidores. A utilização de  repetidores provoca congestionamento de tráfego (atrasos crescentes nas filas) e com o objetivo de resolver esse problema, é proposto um mecanismo inovador de inserção de tempos mortos (idle time) entre transações, recorrendo para o efeito à utilização dos dois temporizadores Idle Time do PROFIBUS (explicados a seguir).

Existem situações quando se tem múltiplos mestres de um mesmo fabricante e ainda utilizando ferramentas deste mesmo fabricante.Neste caso, na maioria das vezes o tempo de rotação do token(TTR) é otimizado pela própria ferramenta, de tal forma a garantir o perfeito funcionamento da rede.Existe  outra situação onde os mestres são de diferentes fabricantes e a ferramenta não calcula automaticamente o TTR e, neste caso o que se deve fazer é para cada mestre levantar o perfeito TTR isoladamente e depois se somar os tempos determinados para se ter o TTR ambos os mestres ao mesmo tempo.

Na figura 2 ainda temos os seguintes parâmetros importantes:

  • Tid1: quanto em tempo(µs) que o mestre espera se receber uma resposta ou um reconhecimento;
  • Tid2: quanto em tempo(µs) que o mestre espera após enviar uma mensagem e antes de enviar a próxima mensagem.
  • Quiet time: é o número de bit time que o mestre espera em cada transmissão, antes de começar a enviar dados.
  • Gap Actualization Factor: é o número de rotações do token  entre solicitações para um novo mestre.

 

 

Tempo de resposta no PROFIBUS DP

O tempo de reposta em um sistema PROFIBUS DP é essencialmente dependente dos seguintes fatores:

  • MaxTSDR (tempo de resposta após o qual uma estação pode responder);
  • A taxa de comunicação selecionada;
  • Min_Slave_Intervall (tempo entre dois ciclos de polling no qual um escravo pode trocar dados com um escravo.Depende do ASIC utilizado, porém no mercado encontramos tempos de 100µs ).

Para efeitos práticos, à 12Mbits/s podemos assumir que o tempo de ciclo de mensagem (Tmc), que envolve o prompting telegram + TSDR + a resposta do escravo, onde N é o número de entradas e saídas do escravo, é:

Tmc = 27µs + N x 1.5µs

Por exemplo, um mestre com 5 escravos e cada escravo com 10 bytes de entrada e 20 de saída, à 12Mbits/s teria um Tmc aproximado de 72µs/slave.O tempo de ciclo de barramento é obtido somando-se todos os ciclos de mensagem:

Tbc = 5 x 72µs = 360µs        

Uma explicação mais detalhada sobre tempos do sistema podem ser consultadas no padrão IEC 61158.
 

 

Tempo de resposta no PROFIBUS PA

A utilização do PROFIBUS em dispositivos típicos e aplicações em controle de processos estão definidas segundo o perfil  PROFIBUS-PA. Este perfil define os parâmetros dos equipamentos de campo e seu comportamento típico independente do fabricante e se aplica a transmissores de pressão, temperatura, posicionadores, etc. É baseado no conceito de blocos funcionais que são padronizados de tal forma a garantir a interoperabilidade entre os equipamentos de campo.

Os valores e status da medição, assim como os valores de setpoint recebido pelos equipamentos de campo no PROFIBUS-PA são transmitidos ciclicamente com mais alta prioridade via mestre classe 1 (DPM1). Já os parâmetros para visualização, operação, manutenção e diagnose são transmitidos por ferramentas de engenharia (mestre classe 2, DPM2) com baixa prioridade através dos serviços acíclicos pelo DP via conexão C2. Ciclicamente também se transmite uma seqüência de bytes de diagnósticos.A descrição dos bits destes bytes estão no arquivo GSD do equipamento e dependem do fabricante.

O tempo de ciclo(Tc) aproximado pode ser calculado como:

Tc ? 10ms x número de equipamento + 10ms(serviços acíclicos mestre classe 2) + 1.3ms(para cada conjunto de 5 bytes de valores cíclicos).

Imagine a situação onde se tem 5 malhas de controle com 5 transmissores de pressão e 5 posicionadores de válvula.Teríamos um tempo de ciclo de aproximadamente 110 ms.

 

Conclusão

Vimos através deste artigo a importância dos tempos envolvidos na tecnologia PROFIBUS e suas particularidades e compromissos com a performance do protocolo.

 

Referência:

  • Especificações técnicas PROFIBUS FMS, DP e  PA EN50170 Vol 2.
  • Material de Treinamento PROFIBUS - César Cassiolato
  • www.smar.com.br

 

Links Relacionados:
Confira a lista de Artigos Técnicos da SMAR no link: http://www.smar.com/brasil2/artigostecnicos

Siga-nos:

 

 

© Copyright 2010 | SMAR Equipamentos Industriais Ltda - todos os direitos reservados - websupport@smar.com

 

Você está recebendo este informativo da SMAR.com.br devido seu relacionamento com o website ser assinante ou Membro Registrado.
Se você deseja ser excluído de futuros e-mails informativos do website SMAR.com.br, por favor clique aqui para atualizar suas preferências .

 

Este e-mail não pode ser considerado SPAM, pois está em conformidade com o Código de Ética Anti-Spam e Melhores Práticas de Uso de Mensagens Eletrônicas

 

Vagas para AMBEV no Rio de Janeiro

Téc. Especialista (Automação/Instrumentação)
Formação:

2º grau técnico Automação, Automação Industrial, Instrumentação, Instrumentação Industrial.

Experiência:

Preferencialmente 1 ano de experiência em Instrumentação elétrica ou automação Industrial em industrias.

Instrumentação:

Calibração de Instrumentos:

Manômetros

Válvulas de controle

Transmissores de Pressão e Temperatura

Sensores de Medidores de vazão.

Manutenção emergencial.

Automação:

Conhecimento em CLP (Allen Bradley - Rockwell preferencialmente)

Plataforma IFIX/ FIX

Descrição das atividades do cargo:

Funções inerentes á automação e instrumentação na área de produção de uma industria.

Empresa oferece:

Remuneração: Salário, condução própria, alimentação em restaurante próprio, 14° salário, plano de saúde, odontológico, auxílio escolar, plano de previdência privada, bônus.

Local de trabalho- Rio de Janeiro.





Téc.Elétrico



Formação :

2º grau técnico Elétrica/Eletricidade , Eletrônica, Eletromecânica, Eletroeletrônica



Experiência:

Experiência mínima de 1 e meio em industrias com:

* Comando elétricos/ frequência de motores elétricos.

*Leitura de esquemas

*Saber identificar chaves, motores.

*Parametrização e funcionamento de inversores de frequência.

*Motores AC E DC

* Experiência com CLP (Básico) - preferencialmente linha rockwell

* Atuação corretiva e preventiva

Conhecimento de sensores indutivos.

Conhecimento em Fotocélula

Descrição das atividades:

Funções inerente à parte elétrica na área de produção de uma industria.

Empresa oferece:

Remuneração: Salário, condução própria, alimentação em restaurante próprio, 14° salário, plano de saúde, odontológico, auxílio escolar, plano de previdência privada, bônus.

Local de trabalho- Rio de Janeiro.



Téc. em manutenção.

Formação:

2º grau técnico Mecatrônica, Mecânico, Eletromecânica

Experiência mínima de 1 e meio em industrias com:

Manutenção de caixa de redutores

*Manutenção de moto redutores

*Manutenção e troca de mancais de rolamento

*Em pontes/ transportadores.

*Manutenção em eixos

*Acabamento de eixos


Conhecimento em usinagem


Descrição do cargo:

Funções inerentes à manutenção, dentro da área de produção de uma empresa.

Empresa oferece:

Remuneração: Salário, condução própria, alimentação em restaurante próprio, 14° salário, plano de saúde, odontológico, auxílio escolar, plano de previdência privada, bônus.

Local de trabalho- Rio de Janeiro.


Os interessados dentro do perfil deverão enviar currículo para o email: nr3cnsp@ambev.com.br com o título da vaga que deseja concorrer.

segunda-feira, 3 de maio de 2010

GERENTE DE MANUTENÇÃO – PARANÁ - PACOTE ATRATIVO

Empresa multinacional em momento de forte expansão no mercado busca:



GERENTE DE MANUTENÇÃO – PARANÁ - PACOTE ATRATIVO



Reportando-se ao Diretor Geral, as principais responsabilidades são:



Definir e gerenciar todas as rotinas da área de manutenção

Coordenar a instalação de novos equipamentos

Gerenciar todas as rotinas de manutenções preventivas e preditivas

Controlar e administrar os trabalhos de manutenção de emrpesas subcontratadas

Gerir todas as atualizações de arquivos técnicos



O candidato deverá ter formação em Engenharia Mecãnica, Elétrica ou Eletrônica e experiência em manutenção de equipamentos, tais como: pontes rolantes, guindastes, empilhadeiras e carregadeiras. Bons conhecimentos em pneumática, hidráulica, elétrica e mecânica são diferencias. Pró-atividade, orientação para resultados, trabalho em equipe, dinamismo, disciplina e mobilidade para fixar residência na região complementam o erfil, inglês fluene é essencial.



Os interessados, favor encaminhar CV diretamente através do site www.michaelpage.com.br, buscando pela referência PTSE75560. Seu currículo será analisado por Thiago Sebben.

Projetistas_Tecnico em Automação Industrial

CA Consultoria e Projetos procura PROJETISTAS com formação em:

TECNICO EM AUTOMAÇÃO:

Requisitos:
- Curso técnico em elétrica, eletrônica, Automação ou Mecatrônica;
- Experiência: Mínimo de 2 anos de experiência atuando em Manutenção e projetos de máquinas industriais automatizadas: PLC, Instrumentação, Calibração, instalação instrumentos penumáticos, analógicos e digitais (totalizados, controladores, registradores, conversores, indicadores, transmissores, balanças, detectores, sensores e termo-elementos, posicionadores, damper's, valvulas servocontroladas, PLC, SDCD e redes de dados e comunicação), motores elétricos, inversores de frequência, encoders, sistemas pneumáticos e hidráulicos., Instalações elétricas industriais, Montagem de painéis e dispositivos automatizados, eletrodutos, cabeamentos, Domínio em interpretação de diagramas elétricos e PID.
- Inglês básico;
- Pacote Office básico;
- Será um diferencial possuir carteira de motorista;
- Necessário vivência com gestão de equipes;
- Residir na Grande Belo Horizonte;
- Funções: Irá atuar em projetos de automação industrial;
- Perfil: Aptidão para trabalhar sem a presença do superior imediato, com qualidade e proatividade dando soluções rápidas nos diversos serviços relacionados a área de atuação; Assertividade; Facilidade para trabalho em equipe; Dinamismo; Melhoria contínua; Facilidade de comunicação; Orientado para resultados.

Interessados favor encaminhar currículo COM para giovani.coutinho@caconsultoriatecnica.com.br com sigla TEC AUTOMAÇÃO

sexta-feira, 9 de outubro de 2009

Oportunidade para Engenheiros em Empresa de Gerenciamento de Obras

Recrutamos para empresa de Engenharia de Gestão de Obras:



GERENTE DE QUALIDADE DE OBRAS – Engenheiro Civil, com mais de 15 anos de formado, grande experiência em empresa de Engenharia Gestora de Obras, em Qualidade / Fiscalização de grandes empreendimentos na área de mineração/ siderurgia / refinaria. Local: exterior



COORDENADOR DE CONTRATOS – Engenheiro Civil, com mais de 8 anos de formado, sólida experiência em Gestão de Contratos de grandes Obras de edificações, vivência em Planejamento / Orçamentos/ Qualidade/ Propostas.

Importante que tenha trabalhado em empresas de Engenharia Gestoras de Contratos.



ENGENHEIRO ORÇAMENTISTA – Engenheiro Civil, com experiência acima de 6 anos em Orçamentos de grandes Obras de Edificações, em empresas de Engenharia Gestora de Obras.



ENGENHEIRO CIVIL – com experiência a partir de 6 anos em fiscalização de grades contratos / obras de edificações, em empresa de Engenharia Gestora de Obras.



ENGENHEIRO ELETRICISTA – com experiência a partir de 6 anos em fiscalização e acompanhamento de instalações elétricas em obras de edificações, em empresa de Engenharia Gestora de Obras.



Currículum, com pretensão salarial, para PSICÓLOGOS ASSOCIADOS LTDA

E-mail: psicologos@psicologosassociados.com.br

terça-feira, 6 de outubro de 2009

Coordenador de Manutenção Industrial

Grupo São Martinho, contrata profissionais (masculinos/femininos) para atuarem em sua unidade localizada na cidade de Quirinópolis-GO.


Coordenador de Manutenção Industrial


Requisitos
· Formação superior em Engenharia Mecânica, Mecatrônica ou Eletroeletrônica
· Experiência em coordenação da manutenção industrial e sistemas automatizados, preferencialmente em agroindústrias
· Sólidos conhecimentos em critérios de manutenção preditiva, mecânica, elétrica e eletrônica
· Conhecimento em projetos ligados à melhoria contínua de processos e equipamentos
· Atuação em cargos ligados à gestão de pessoas e vivência em ambiente SAP, TPM, 5 S e HACCP
· Inglês e Pacote Office
· Gerenciamento de indicadores de desempenho, custos e orçamento, visão global de negócios e forte capacidade de liderança complementam o perfil desejado



Enviar CV para: Bernadete.takeda@saomartinho.ind.br

Engenheiro Eletricista_Manutençao

1) Cargo: Engenheiro Eletricista
Escolaridade: Formado em engenharia Elétrica ou Eletrotécnica
Experiência: Mínimo de 5 anos como engenheiro na área de Manutenção
Inglês: Fluente
Conhecimentos sólidos em: Instrumentação; Elétrica; Controles Supervisórios
Desejável: Conhecimento em manutenção de caldeiras e/ou turbogeradores
Responsabilidades: Coordenar a área de confiabilidade (Análise de causa riaz, melhoria de processos, etc.)

Profissional responsável pela NR-10
Estudos de engenharia de confiabilidade (FMEA, MTBF, MTTR, TPM, etc.)
Perfil: Dinâmico, Pró-ativo, Com facilidade de comunicação, Liderança, Orientado para resultados e Planejador

Os interessados devem enviar currículo para: eduardo_panaino@cabot-corp.com
Powered By Blogger